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Como é Deus?
Ao me deparar com esta imagem acima, fui à procura de algum vídeo do Danilo Gentili que obtivesse essa resposta, e encontrei (vídeo abaixo). Fiquei admirada com a inocência dessas crianças, por mais que o tal apresentador quisesse zoar. Resolvi fazer a postagem para responder as perguntas feitas pelo Danilo (as principais, já que ele fazia perguntas também em cima do que as crianças respondiam).
1) Você acredita em Deus?
Eu,
Abilene Leite, sim.
2)
Como é que é Deus? Qual a cor do cabelo de Deus?
Deus
não tem um corpo como o ser humano, por isso não podemos falar qual seria a cor
do cabelo de Deus e coisas do tipo, porque Deus é Espírito (Jo 4.24).
3)
Onde que Deus mora?
Deus
mora no céu. É claro que não no céu que vemos a olho nu. Quando falo em céu,
falo de um lugar, uma habitação celestial. “Ó Deus, olha para nós lá do céu, lá
no lugar santo e glorioso onde moras.” (Isaías 63.15a).
4)
Você acha que Deus mora em seu coração?
Sim,
e não a penas acho como tenho a plena convicção. A terceira pessoa da Trindade
(o Espírito Santo de Deus) habita dentro de mim. O Espírito Santo nos é dado a
partir do momento em que cremos em Cristo, ou seja, no momento da conversão.
5)
Como pode [Deus morar em um lugar e num outro também]?
Um
dos atributos de Deus é a onipresença. Mas neste caso da pergunta, o de morar
no céu e morar no coração, a questão é simples. Deus realmente mora no céu,
porém temos um pouco de sua essência morando dentro de nós – cristãos.
6)
Deus é pai de todo mundo?
Não.
Há aqueles que são filhos dEle (portanto Ele é pai destes) e aqueles que são
apenas criaturas, mas não se tornaram filhos dEle. Qual a diferença? A criatura
é a criação de Deus, e isto todos nós somos, pois fomos criados por Ele. Agora,
só é filho quem confessa Cristo como Senhor e Salvador e crê em seu coração que
Deus O ressuscitou dentre os mortos.
7)
Quem é o pai de Deus?
Ninguém
criou Deus, porque Ele é eterno. A palavra “eterno” significa aquilo que não
tem começo e nem fim; e isto se aplica em relação a Deus. Ninguém gerou e
ninguém teve que criar Deus. “Tu sempre exististe, ó Senhor. Ó meu Santo Deus,
tu és imortal.” (Habacuque 1.12a).
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O que é e o que não é o Evangelho
O evangelho, aquele, verdadeiro, de Cristo
sabe? Não de religiosidade... Então, esse verdadeiro evangelho, é motivo de
orgulho. Um Deus que entregou o seu único Filho por amor a cada um de nós, um
filho que aceitou a cruz para pagar o preço do pecado que era nosso. Esse amor,
amor que nos constrange, se metade das igrejas soubessem amar como a Palavra
ensina, não só o evangelho seria motivo de orgulho mas aqueles chamados para
levar o evangelho adiante também seria.
Acho que não podemos generalizar, entre
tantos hipócritas e fariseus, existem aqueles que realmente amam a palavra de
Cristo, e não usa o "sou humano sujeito a erros, sou pecador" entre
outras dessas desculpinhas clichês para fugir do compromisso e do preço de ser
diferença nessa terra.
Um exemplo de o que não é o evangelho é a
famosa “teologia da prosperidade” que prega um Deus pessoal que faz tudo o que
a pessoa quer. Que tenta moldar um Jesus in-box sob seu mero prazer pessoal e
por ventura aplica só o que quer da Lei e o que quer da graça para criar um mix
de besteirol gospel.
Afinal, gospel, é outra palavra utilizada de
forma incorreta no meio brasileiro, pois gospel significa evangelho no sentido
correto da palavra. E não o que se vê hoje como mercadoria para gerar lucros.
Se o amor tivesse mais valor do que os dons,
se o amor tivesse mais valor que a vontade de aparecer, de ser conhecido e
reconhecido. Se as pessoas soubessem se humilhar mais e querer exaltação a
menos, o protestante não estaria nessa situação de não ser visto mais como a
imagem e semelhança de Deus. É triste, muito. Meu coração dói ao ver o que se
tornou a casa do Senhor, mas são as profecias se cumprindo. Muitos são chamados
poucos são escolhidos.
As pessoas se esquecem de que não só a porta
é estreita, mas o caminho para chegar até ela também. Eu quero e vou fazer
parte daqueles que passam pelo caminho estreito, que leva a Palavra de Deus e
que VIVE o que se prega! Sejamos assim, tem vidas precisando que a nossa vida
seja o testemunho de que o nosso Deus, é o único e verdadeiro Deus!
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Se Deus é bom, por que mandava matar? Por que Ele manda as pessoas para o inferno?
Certamente
essa pergunta já passou por sua cabeça milhares e milhares de vezes,
independentemente se ser cristão ou não. Confesso que nasci em um lar cristão;
mas por muitas vezes duvidei da existência de Deus, ainda mais quando comecei a
fazer certos questionamentos ao me aprofundar nas Escrituras Sagradas. É
importante frisar que não há nada de errado em questionar o que a Bíblia diz,
afinal, é se questionando que você aprende mais e se aprofunda mais no assunto.
Ao
começar a ler a Bíblia inteira, me deparei com histórias de cenas de guerras,
muita luta que o povo de Deus enfrentava. Foi a partir disso que comecei a me
perguntar: Se Deus é bom, por que então mandou matar várias pessoas? Se na
Bíblia existe um mandamento em que diz que não se pode matar, então por que os
homens da Bíblia matavam? E se hoje existem policiais cristãos, eles estariam
quebrando um mandamento por matar alguém?
Essas
três questões levam também para outra: Se Deus é tão bom assim, por que Ele
manda as pessoas para o inferno?
Ter
as respostas para estas perguntas me levou a entender sobre o Juízo de Deus, de
como o Senhor opera o Seu amor juntamente com a Sua bondade e juntamente com a
Sua justiça.
Sabemos
que o pecado entrou no mundo por causa da desobediência de Adão e Eva. Sabemos também
que o pecado nos separa e nos afasta de Deus (Rm 3.23), e o seu salário é a
morte (Rm 6.23). Porém, Deus no ama que fez um plano para resgatar a humanidade
enviando o Seu Filho ao mundo (Jo 3.16). Com isso temos os seguintes
parâmetros: Viver debaixo da condenação do pecado ou Viver debaixo da salvação
de Deus.
Ok,
até esse ponto você com certeza já conhece. Mas, prosseguindo... Quando falamos
de céu e inferno estamos falando sobre o Juízo de Deus. Será que Deus faz
acepção de pessoas e escolhe quem vai para o inferno ou não? Não, não é nada
disso. O inferno foi criado para a punição do Diabo e seus anjos (Mt 25.41). O
ser humano não era destinado ao inferno. No entanto, o pecado entrou no mundo e
quebrou o relacionamento do homem com Deus. Como Deus é amoroso resolveu criar
uma forma de re-estabelecer o Seu relacionamento com homem por meio de Seu Filho
Jesus Cristo. Só que não podemos nos esquecer que quando Ele criou o homem o
dotou com o livre-arbítrio. Logo, o ser humano pode escolher ter um
relacionamento com Deus ou não.
O
desejo de Deus é que o ser humano tenha esse relacionamento re-estabelecido. Como?
Confessando Cristo como salvador e crendo que Deus O ressuscitou dentre os
mortos (Rm 10.9). Com isso, o ser humano é salvo do jugo que o pecado traz e,
portanto, vai viver na eternidade ao lado do Senhor (no céu). E aqueles que não
têm um relacionamento com Deus? Bem, foram eles que por si mesmo escolheram não
viver com Deus, então eles estão debaixo do jugo do pecado (a morte – Rm 6.23),
e por isso são destinados ao inferno. Concluindo essa parte: Deus não manda
ninguém para o inferno, a pessoa por si só é que se manda para lá.
Mas
será que isso é justo? Sim. Chega a ser engraçado alguns céticos afirmando que
Deus é um cara injusto porque – na visão deles – manda uma pessoa para o
inferno; mas aí eu pergunto: Essas pessoas que falam isso não acreditam na
existência de Deus, então será justo que eles que não acreditam ser forçados a
viver com Deus? Afinal de onde aprenderam as noções de justiça? De uma cultura
judaico-cristã. Não adianta tentar fugir porque todo conceito de moralidade que
se tem hoje veio da cultura judaico-cristã.
Vemos
na Bíblia que um dos dez mandamentos é “Não matarás.” Por que então Deus manda
o Seu próprio povo matar outras nações? Quando o Senhor mandava os judeus
invadirem uma terra, era porque Ele estava exercendo o Seu juízo sobre aqueles
povos cruéis. É preciso entender que aquela época era Antes de Cristo. Assim,
algumas nações acendiam tanto a ira de Deus por causa dos seus pecados que Ele
chamava o Seu próprio povo para aplicar a Sua justiça. No Antigo Testamento,
Deus aplicou o Seu juízo por diversas vezes até chegar o tempo da Nova Aliança,
a qual irá trazer a última aplicação do juízo do Senhor. É por isso que se fala
“Juízo Final”, que será o último juízo de Deus que vai determinar todas as
coisas.
Da
mesma forma o Senhor deu ao homem a autoridade de matar para exercer juízo.
Como assim? Não é transgressão da Lei um policial, um militar defender o seu
povo. Essa autoridade é dada por Ele em Gênesis 9 e confirmada em Romanos 13.
Sendo assim, aquele que tem o seu trabalho defender um povo não está em pecado por
ter que matar como forma de proteger a si mesmo e as outras pessoas.
Tudo
isso é algo meio complicado de entender, mas não é impossível compreender. Poderia
ficar escrevendo e escrevendo, pois isso nos leva a outro assunto: A graça de
Deus (o favor imerecido). Mas o que precisamos saber e entender é que: O amor e
a bondade de Deus não anulam a Sua justiça!
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Neste espaço falo sobre namoro e questões do coração, fatos do dia-a-dia, novidades, relacionamento com Deus. E também compartilho as experiências que tenho tido com o Senhor meu Deus e "tricoto" (converso) com amigos e leitores dos meus artigos pelo Ministério Garotas fãs de Cristo. Sejam todos bem-vindos e fiquem à vontade para compartilhar suas ideias juntamente comigo!
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